domingo, 4 de março de 2012

Vida Cristã - Meus Passos


Quantos passos você ja deu hoje? Acredito que você não saberia me dizer. Porque? simples, temos tantas coisas a serem feitas que não prestamos atenção nos nossos passos. Cada um tem o seu modo de andar, eu por exemplo; eu ando pisando primeiro o calcanhar meio inclinado e depois o restante dos pés, isso porque comecei a observa o meu modo de andar, cada detalhe, cada movimento.  E logo percebi que o movimento dos meus pés eram os mesmos em todos os lugares, não mudava eu sempre andar do mesmo modo. Então comecei a relacionar isso com a minha vida cristã, e infelizmente os resultados não foram os mesmos dos meus pés.

Ai vi que eu tinha que parar em meio a correria do dia a dia e observa os meus passos, na igreja eu andava de um modo, na minha casa eu andava de um modo diferente e no trabalho mais diferente ainda. Senti que eu estava sendo um hipócrita, estava andando em direção errada. então parei e vi que meus passos deveriam ser os mesmos em todos os lugares. Então o Espirito de Deus começou a me mostrar como deveria ser os meus passos, a parti dali, comecei a todos os dias vigia-los e observa-los. e o que Deus tem me ensinado quero compartilhar com vocês amados.
Andar em Novidade de Vida
Deus me ensinou primeiramente a andar em novidade de vida. temos que andar em todo tempo como nova criatura, morremos para o pecado e ressurgimos para viver uma nova vida, e essa nova vida deve ser refletidas pelos nossos passos onde quer que for.

De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Romanos 6:4

Andar em Espirito
Para não andamos por caminhos errados temos que andar no espirito, só assim venceremos a carne, e andar em espirito dever ser a todo tempo, em todo lugar só assim não daremos brechas para o inimigo.

Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Gálatas 5:16

Andar em Amor
Muitas vezes é difícil andarmos em amor, ate mesmo dentro da igreja, é difícil perdoar aquela ofensa, aquela intriga, mas como podemos amar a Deus se não amamos os nossos irmãos, devemos ser imitadores de Cristo. (percebem ai os passos tordos?) Deus deu a sua vida por amor a nós ele nos morreu alo naquela cruz para perdoar os nosso pecados, e nós não abrimos mão do orgulho por aquele que nos tem ofendido.

E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Efésios 5:2

Andar na Luz
Jesus Cristo é a luz do mundo e é nesta luz que devemos andar, onde a luz não existe trevas, por isso amados evite a escuridão, la você não consegue ver o caminho que te leva a morte, andar na direção da luz vigie os seus passos.

Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1 João 1:7
Ser cristão não é andar de qualquer maneira. É andar com o jeito que Deus se agrada.

Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou. 
1 João 2:6

Ser Cristão e ser diferente




 Visitando o LION OF ZION, deparei-me com o seguinte texto (Acredito que vocês irão gostar):




Quero ser um Cristão diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". Isso é muito pouco. A "geração saúde", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso pode ser chamada de cristã.

Também não me contento em ser chamado de Cristão por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os Cristãos queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira "esquisita", e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.

Também não me satisfaço com o modelo "gospel" de Cristão que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus, calcinha de Jesus, etc. Sabe-se lá onde isso vai chegar. Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses cosméticos para o Cristão moderno. A grife "JESUS" tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing "gospel" não faz de ninguém um cristão.

Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Adentrava-me por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo "glóooooria", "Tá amarrado", "É tremendooo", etc. Definitivamente,repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.

Quero ser um Cristão diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um Cristão que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo o momento. Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia.

Quero ser um Cristão que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um Cristão que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: Ah, Deus quis assim....", mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus.

Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Quero ser um Cristão que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um Cristão que vive bem com o seu próximo.

Quero ser reconhecido como um Cristão pelo que eu "sou" e não por aquilo que "não faço". Quero ser um Cristão simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).


Não quero ter de falar a todo momento que sou Cristão, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim.

(O autor do Texto é o Márcio Melânia )

quinta-feira, 1 de março de 2012

1º Congresso de Família Restaurada



Procuram-se: Discípulos Verdadeiros



"Seguir-te-ei para onde quer que fores." Essas foram as palavras de alguém que veio a Jesus e garantiu ser seu discípulo (Lucas 9:57). Antes de aceitar sua oferta, Jesus informou-o de que o custo do discipulado seria alto. Ele observou que as raposas e as aves têm lares, mas o Filho do Homem não tinha nem lugar para repousar sua cabeça! Aqueles que queriam ser discípulos de Jesus partilhariam suas privações (Lucas 9:58).

Nem todos têm o adequado empenho para serem discípulos de Jesus, para pagar o alto preço do discipulado. Na mesma ocasião, Jesus desafiou outro a segui-lo. O homem pediu permissão para enterrar seu pai, mais provavelmente um pedido para protelar a saída de sua família. A resposta de Jesus, "Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos" (Lucas 9:59-60), pode parecer insensibilidade, mas seu ponto era que o discipulado precisa ocupar o primeiro lugar em nossos corações. Jesus não estava proibindo o cuidado legítimo com a família (veja Efésios 5:22-25; 6:1-4), mas salientando que nenhuma outra responsabilidade pode impedir o discipulado.
Ainda um outro garantiu ser um discípulo, mas desejava permissão para dizer adeus a sua família, primeiro. Conquanto não fosse um desejo de protelar do mesmo modo, sua atitude evidentemente era muito semelhante à do homem que pediu permissão para sepultar seu pai. Jesus respondeu à sua atitude antes que ao seu pedido real. "Ninguém que, tendo posto a mão ao arado, olha para trás é apto para o reino de Deus" (Lucas 9:61-62). Uma vez que temos começado a servir Jesus, para segui-lo a onde ele nos leva, não há retorno. Precisa-mos voltar nossas costas ao mundo e fixar nossos olhos em Jesus (veja Hebreus 12:1-2). Os hesitantes, os descomprometidos, os vacilantes não podem ser discípulos de Jesus. Não são dignos de ser súditos no reino de Deus.
Não adequados ao reino de Deus. Estas são palavras sóbrias, mas nos informam claramente que Jesus não está apenas procurando quem quer que decida, numa veneta, ser batizado. Ele não está procu-rando os talentosos, os influentes ou os ricos. Ele está buscando indivíduos absolutamente comprometidos a servi-lo. Somos nós adequados para sermos discípulos de Jesus?
-por Allen Dvorak

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quais são as dispensações que Deus nos concedeu? Estamos sob a dispensação da graça?

Muita especulação tem havido sobre o número e a natureza das dispensações ou sistemas de relacionamento entre Deus e a raça humana. A grande maioria dos “dispensacionalistas” contemporâneos alega (1) que a história bíblica está dividida em sete dispensações distintas; (2) que Deus possui ainda hoje propósitos salvíficos diferentes para Israel e para a Igreja; e (3) que vivemos hoje sob a “dispensação da graça”, enquanto os israelitas estiveram, do Sinai à morte de Cristo, sob a “dispensação da lei”.
Por mais atrativos que os diagramas dispensacionalistas possam parecer, eles carecem de fundamentação bíblica. A divisão da história da salvação em sete dispensações distintas, como proposta pelos dispensacionalistas, não deriva de uma exegese acurada dos textos bíblicos onde aparecem os termos gregos oikonomia (traduzido como “dispensação” em Ef 1:10; 3:2 e 9; Cl 1:25) ou aión (traduzido como “era[s]” em Lc 20:35; Jd 25), e nem sempre é sugerida pelo consenso geral das Escrituras. Tal divisão não passa, portanto, de um esquema artificial, arbitrariamente imposto às Escrituras, que acaba retalhando a unidade tipológica da Palavra de Deus.
A própria Bíblia divide a história humana em duas grandes dispensações, interligadas através de um relacionamento tipológico. A
primeira delas é a dispensação do Antigo Testamento, que se estendeu da queda do homem à morte de Cristo; e a segunda é a presente dispensação do Novo Testamento, que iniciou com a morte de Cristo e prossegue até a Sua segunda vinda. A epístola aos Hebreus define o relacionamento tipológico existente entre ambas as dispensações ao mencionar que a primeira foi um tipo (“figura” ou “sombra”) da segunda; e que esta, por sua vez, é o antítipo (realidade ou concretização) da primeira (ver Hb 7:10).
Já a teoria dispensacionalista de uma permanente distinção entre Israel e a Igreja desconhece completamente o conceito neotestamentário de que em Cristo todas as distinções raciais e étnicas foram desfeitas. Paulo é claro em afirmar que em Cristo “não há distinção entre judeu e grego” (Rm 10:12), e que todos os que estão em Cristo são também “descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3:26-29; ver Hb 11:8-16).
Sérias implicações teológicas estão associadas à falsa dicotomia dispensacionalista de que sob a antiga dispensação israelita “da lei” os pecadores eram salvos “pela lei” sem a graça, e que sob a presente dispensação cristã “da graça” as pessoas são salvas “pela graça” sem a lei. Se todos os seres humanos de todas as épocas são igualmente pecadores (Jr 13:23; Rm 3:23; Ef 2:1-3), como foi possível que alguns deles puderam ser salvos pelos seus próprios méritos de obediência à lei? Não teria Deus sido injusto para com as pessoas do Antigo Testamento, ao impor-lhes um plano de salvação legalista, bem mais severo do que o do Novo Testamento?
Uma análise detida do conceito bíblico de salvação revela o fato de que os pecadores foram, sob ambas as dispensações e em todos os tempos, sempre salvos pela graça (Sl 6:4; Is 55:1-4; Ef 2:8 e 9), justificados pela fé (Gn 15:6; Hb 2:4; Rm 5:1) e julgados pelas obras (Dt 28; Mt 5:16-21; 25:31-46; Ap 20:11-13). Isso significa, em primeiro lugar, que o Antigo Testamento não ensina um caminho legalista de salvação. É interessante notarmos que, mesmo no concerto do Sinai (ver Êx 19:24), Deus primeiro salvou o Seu povo da escravidão do Egito (Êx 20:1 e 2) para depois proclamar-lhe o Decálogo e exigir a obediência (Êx 20:3-17). Por semelhante modo, o Deuteronômio “não ensina”, de acordo com Gerhard von Rad, “um caminho legalista”, pois nele os imperativos da obediência requerida são sempre uma resposta de Israel aos indicativos da salvação anteriormente provida pelo Senhor. Além disso, todos os sacrifícios oferecidos sob a antiga dispensação prefiguravam em símbolos a suprema revelação da graça salvífica de Deus na morte de Cristo como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29).
Por outro lado, a nova dispensação não ensina um caminho antinomista (sem lei) de salvação. A falsa teoria de que a graça de transgressão da lei” (I Jo 3:4) e a lei fosse abolida, então não existiriam mais pecadores e, conseqüentemente, não haveria mais necessidade de salvação. Paulo refuta esta teoria ao afirmar que a fé não anula a lei moral (Rm 3:31; ver Mt 5:17 e 18), pois o problema do pecado não está na lei, que é santa, justa e boa (Rm 7:12), mas no próprio pecador que precisa ser regenerado pela graça de Deus (Rm 3:23). Aqueles que verdadeiramente aceitam o dom gratuito da salvação de Deus em Cristo passam da condenação da lei (Rm 8:1-4) para a conformidade com a lei (Hb 8:8-10).
Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos

Billy Graham e os Dez Mandamentos

“A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos” (Salmos 19:7-8)

Billy Graham responde no website de seu ministério:

“Será que Deus ainda espera que guardemos os Dez Mandamentos? Eles não perderam a validade, uma vez que foram dados a milhares de anos atrás e o mundo é tão diferente hoje?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO CARNAVAL?

Assista o vídeo a seguir e descubra o que realmente existe por trás do carnaval. Ouça também uma entrevista com um "pai de santo" que não se envergonhou em dizer toda a verdade.




Texto retirado do Exército Universal - www.ExercitoUniversal.com.br http://www.exercitouniversal.com.br/2012/02/o-que-esta-por-tras-do-carnaval.html#ixzz1m74ve0RQ
WWW.EXERCITOUNIVERSAL.COM.BR
Under Creative Commons License: Attribution No Derivatives

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O CONCEITO GENUÍNO DE FÉ


  A fé genuína segundo as Escrituras.
Conforme o contexto bíblico geral, nós aprendemos que a fé (emunáh) não é uma simples crença, mas sim uma crença acompanhada de ações que dão testemunhos de nossas convicções em relação a YHWH, por exemplo:
Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Apocalipse 14:12

A fé em hebraico difere-se "do conceito de fé no grego". No mundo Ocidental a fé significa confiança, "considerar algo verdadeiro, estar convicto”.

O significado da palavra fé "no hebraico" é mais ampla, isto é, além de confiança e convicção, também é entendida como firmeza, constância, perseverança, estabilidade, lealdade e devoção.
Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem. Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho. (Hebreus 11:1-2).

Em Êxodo 17 aprendemos algo interessante em relação ao conceito de fé vivenciado por Moisés, vejamos: 
Os amalequitas haviam-se levantado para lutar contras os Israelitas. Então Moisés disse a Josué: "Escolha alguns dos nossos homens e lute contra os amalequitas. Amanhã tomarei posição no alto da colina, com a vara de Deus em minhas mãos". 
Josué foi então lutar contra os amalequitas, conforme Moisés tinha ordenado. Moisés, Arão e Hur, porém, subiram ao alto da colina. Enquanto Moisés mantinha as mãos erguidas, os israelitas venciam; quando, porém, as abaixava, os amalequitas venciam.
 
Quando as mãos de Moisés já estavam cansadas, eles pegaram uma pedra e a colocaram debaixo dele, para que nela se assentasse. Arão e Hur mantiveram erguidas as mãos de Moisés, um de cada lado, de modo que as mãos permaneceram firmes até o pôr-do-sol." (Êxodo 17, 9 - 12).

Emunáh é a palavra hebraica para a fé. O conceito de fé no hebraico engloba ao mesmo tempo firmeza, constância, estabilidade, lealdade e devoção. Moisés permaneceu estável na fé e perseverante até o pôr do sol.

Avraham Abraão) é o pai da fé (emunáh) por crer em YHWH e consequentemente por obedecer suas determinações, isto é, Avraham não possuía uma simples crença de que existia um Deus criador dos céus e da terra e quando solicitado pelo próprio Eterno para que sacrificasse seu filho Ytzrak (Isaque), o mesmo se justificou dizendo simplesmente que acreditava em Deus e no seu mandado, porém não obedecendo-o, muito pelo contrário, a fé de Avraham foi justificada pela sua obediência a YHWH que resultou em obras segundo o querer do Altíssimo.
Que proveito há se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura, a fé poderá salvá-lo? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. 
Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras. Mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 
Tu crês que há um só Deus? Fazes bem; também os demônios o crêem e estremecem. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? 
Porventura Avraham, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Itzrak (Isacc)? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada, e cumpriu-se a Escritura, que diz: 
E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus. Vedes, então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé. (Tiago 2:14-24)

Na Carta aos Hebreus, no capitulo primeiro, encontramos uma série de exemplos relacionados a fé sendo acompanhada de obras segundo os propósitos de YHWH, e não como uma simples crendice (crença absurda e ridícula) resumida simplesmente no fato de acreditar na existência de um Deus Criador ou num Messias (cristo) sem o devido acompanhamento de boas obras como testemunho daquilo que cremos e por isso obedecemos.
 Como você pôde notar nós apresentamos duas conseqüências distintas de fé, ou seja, aquela onde obedecemos diretamente o mandado do Eterno em testemunho a fé que possuímos Nele e em Sua Palavra e o segundo exemplo onde tomamos atitudes pessoais específicas acompanhadas de uma ação para servirem de sinais da fé que possuímos em YHWH, como no caso de Moisés e a Guerra entre Israel com os amalequitas.

Lembrando que em primeiro lugar deverá estar a fé e obediência aos mandamentos do Eterno, fator que contribuirá diretamente para nossa salvação, este é o plano do Criador.

Fonte:  Xan - Torah Web -

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

RELIGIÃO APRISIONA, JESUS LIBERTA!

Jesus 1



Falar de santidade em nossos dias anda meio fora de moda, visto que o “cristianismo”, especialmente o de mercado, tem nutrido outros valores e objetivos mais próprios deste mundo. Em poucas linhas, quero falar sobre o conceito de santidade a partir de duas perspectivas: o conceito de Jesus a respeito da palavra de Deus e em segundo lugar, a respeito da interpretação de Jesus da Palavra.



Inicialmente, consideremos santidade conforme relacionado pelo próprio Jesus em João 17:17, quando Cristo afirma que seríamos santificados na verdade.



Neste texto, podemos afirmar que Jesus tinha em mente que o ser santificado tinha, na verdade, uma profunda e indissolúvel relação com a assimilação dos conceitos da verdade de Deus, mediante um aprendizado não apenas teórico da Palavra, mas mediante a vivência da presença de Deus na história em conformidade com o padrão da Palavra de Deus. É precisamente essa vivência na verdade que o discípulo amado entendia ao falar-nos da necessidade de andarmos na verdade e amor.



Essa vivência da verdade é a chave hermenêutica para o entendimento de ser santo pela palavra, e no texto de João 17, Cristo nos fala de um ser santo que não deixa de ser essencialmente humano; assim o sendo e fazendo parte da história, porém vivamos a presença de Deus no mundo, vivendo na sua verdade, amando a sua verdade. Umas das expressões latinas mais apropriadas aos crentes em todo o tempo é o coram deo, que significa estar na presença de Deus, e estar na presença dEle é sobretudo estar em Cristo e vivendo na verdade.



Nesta esteira, rompemos com qualquer entendimento legalista de santidade, assim como tinha alguns dos Judeus, especialmente os fariseus, e ainda, com o legalismo da história da Igreja e, mesmo, mais recente em nossos dias, com o pragmatismo de muitos que mergulham os incautos no cumprimento religioso, nas rotinas das campanhas, como algum tipo de espiritualidade e santidade.
Jesus 2



Ao contrário, em Cristo e com Cristo, ser santo diz respeito a viver a alegria do conhecimento de Deus pela fé e pela oração, desejando os valores do Reino, separar-se dos valores pagãos, não dos pagãos, onde o crente deve desejar uma vivência diferentemente radical, promovendo a supressão das desigualdades e o cuidado com os fracos e desamparados, sem farisaísmos, portanto. Sem o triunfalismo e a superficialidade da espiritualidade reinante. Mas com as marcas do caráter do próprio Cristo!



É a perspectiva de viver a santidade de Deus na nossa própria vivência, afirmando a santidade dos lugares não pela absurda afirmação da presença de Deus em “templo” ou igreja, mas pela presença de homens santos que cultuam a um Deus santo e que não tolera os valores que não são santos onde quer que vivam, ali mesmo vivendo porque foram colocados por Deus e, para ser sal e luz, não para fugir de sua vital influência.



A grande lição desse simples e importante entendimento para nossas vidas e ministério, diz respeito a  abordagem a respeito da falta de dependência da graça que nos conduz ao legalismo, à religiosidade suspeita, à auto-afirmação e auto-dependência espiritual, que nos afoga e nos liquida diante da graça do Senhor. Se pensarmos que se pode viver a vida cristã fora dessa dependência de Deus, do reconhecimento de nossa incapacidade e miséria pessoal, nunca iremos descobrir essa face de Deus, a da sua graça, que é não a gratuidade da graça barata, mas o caro caráter de Cristo, a imprescindível substituição vicária de sua morta aos seus eleitos. Nosso reconhecimento de insuficiência nos leva a aprendermos e a depender da graça de Deus. Esse é um momento muito difícil para o ser humano – reconhecer-se incapaz e chegar ao ponto de desesperar da própria vida. Nesse ponto, o Senhor nos leva a uma constatação dramática: nada mais posso fazer. Isso para o ser humano é muito frustrante. Mas, até que cheguemos aqui, Deus não pode agir em nós.



Essa é uma realidade que dimensiona nossa santidade e nossa vida de oração e prática. É quando já desistimos de todos os nossos recursos, perdemos a esperança da auto-justificação e buscamos a vivência do Deus Santo. Quando parece ser o fim, é onde Deus começa a agir! Deus nos chama para vivermos vidas santas, mas é Ele quem nos santifica. Deus nos convoca a servi-Lo, mas, na realidade, é Ele mesmo que nos impulsiona a isso por meio do Seu próprio poder em nós. A obra é dEle, mas é nossa também, para ser realizada nas nossa realidades, no “mundo” onde Deus mesmo nos colocou para sermos diferentes e promovermos os valores que se ajustam à Sua santidade, fazendo diferença, rompendo os valores “pagãos” e promovendo os valores do Reino. A glória, contudo, pertence, somente a ELE.



Fonte: DilsileiMonteiro



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sucuri de 19 metros é encontrada em Pará



Incrível!! Sucuri de cerca de 19 metros encontrada na Serra da Velha Pobre, localizada entre os municípios de Porto de Moz e Almeirim, no Pará.
Para deter o animal eles acabaram sacrificando, talvez se tivesse um pessoal mais preparado conseguissem dete-la sem matar.
—————————————————————————————————————-
Algumas curiosidades:
De acordo com a lenda, Nabau era uma terrível cobra de mais de 100 pés de comprimento com cabeça de dragão e 7 narinas.
Mas agora nativos que vivem ao longo do rio Baleh em Bornéu acreditam no retorno da criatura mística após a divulgação de uma foto de uma cobra gigante nadando em um braço remoto do rio.
A foto, capturada de helicóptero por um membro de um time de resgate, que monitorava áreas de alagamento, gerou um intenso debate sobre sua autenticidade.
Até mesmo o respeitado jornal “New Straits” em Kuala Lumpur pediu aos leitores que fizessem seu próprio julgamento sobre as fotos.
Nativos que alegam terem visto o animal dizem que lhe deram o nome de Nabau, em referência à serpente marinha que pode se transformar em outras formas de animais.
Pessoas que analisaram a fotografia descartaram a possibilidade de ser um tronco.
Um colunista perguntou: “Um tronco não pode se contorcer, pode?”. Outros sugeriram que era uma lancha, o que foi descartado por conta da marola de arrasto estar torta.
A acusação mais comum é que a foto simplesmente foi manipulada digitalmente, enquanto outros dizem que o rio Baleh é de cor diferente da mostrada na foto.
Mas nativos que insistem que a cobra existe dizem que fotos da criatura em diferentes partes da selva provam que ela está se movimentado pelos braços dos rios.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sarah Sheeva de frente com Gabi

 “O sexo tem o poder de unir espiritualmente as pessoas”
No De Frente Com Gabi deste domingo (29), Marília Gabriela recebeu a cantora, compositora, missionária e escritora Sarah Sheeva. Filha de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, Sarah deixou o grupo SNZ (que formou com suas irmãs Nãna Shara e Zabelê em 2000) e três anos depois mudou sua vida de forma radical.
Ela é hoje missonária e pastora aspirante da Igreja Celular Internacional e defende a “castidade” e a “contenção sexual”. Sarah lançou dois livros sobre o assunto e defende a abstinência sexual completa antes do casamento.
Confira abaixo as melhores frases da entrevista:
  • Meus pais demoraram 6 meses para me dar um nome.
  • O sexo tem o poder de unir espiritualmente as pessoas.
  • Deus adormeceu o meu desejo (sexual) porque eu pedi.
  • Nunca usei drogas, nunca fumei e nem cheirei.
  • Estou esperando a minha hora para poder beijar muito.
  • Me tornei pastora só em 2010, mas eu não queria isso porque é muita responsabilidade.
  • Eu recebo uma ajuda de custo da igreja que não paga nem o meu aluguel.
  • Existe hoje, no meio evangélico, muita gente hipócrita.
  • Quando eu vi o filme “Thor”, eu falei: “Meu Deus, é o meu número!”. Jesus me curou mas não me cegou.
  • Eu acredito que tem gente que não frequenta igreja e tem um caráter muito melhor do que alguns que estão lá dentro.
  • Eu tinha preconceito com igreja. Eu chamava todo mundo de fanático na minha cabeça.
  • Em 1999 eu já estava convertida, mas era uma crente “007”, ninguém sabia que eu era.
  • A conversão verdadeira não é à religião, é à Deus.
  • Nunca me deixei levar pela cabeça de ninguém, eu tenho personalidade.
  • A terapia te faz enxergar o problema, mas não tira ele de dentro de você. Deus tira.
  • Como podem falar tanta asneira sobre a Sarah Sheeva?! Ela é uma benção!
  • Ameii a entrevista, representou muito bem o nosso DEUS
  • A mulher fala muito bem e não deixou a Gabi colocá-la em saia justa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

TaBíblia periódica

click na imagem para aumentar


Os facinados por química vão gostar e muito.

Domingo pela manhã







Shalom para todos e em todos,

A partir do próximo domingo pela manhã teremos o início do culto matutino com a direção do nosso amigo e irmão Pb. Marcondes Gomes. O ministério de louvor, a mesma equipe escalada para noite fará o louvor pela manhã, ou seja, será um culto de primeira como o Eterno merece.

Também teremos ministrações especificas da palavra seguindo um modelo de estudo continuo e coerente.

Oração, Palavra, Canções e ministrações farão parte desta nova etapa da nossa igreja.

Auxiliando o nosso amigo estaremos, eu, minha esposa, dca Elaine e dca Allana, esposa do Pb. Marcondes. Se é pra servir e fazer bem feito. Eis-nos aqui!

Então, você está convidado a participar desta celebração ao Senhor dando a Ele sua primicia do domingo.

Aleluia,

Everson Tavares.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O sofrimento de Jesus na cruz.


Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela, a morte de Jesus.
´Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra´. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou ´hematidrose´, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes.
Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferentes estaturas. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue.

A cada golpe Jesus reage tem um sobressalto de dor
A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
Depois vem o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns cinqüenta quilos.  A estaca vertical já está plantada sobre o calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas.
O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou ma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata.
O fio de tecido adere à carne viva
Cada fio de tecido adere à carne viva: ao arrancarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.
O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.
Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não.
O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio.
A cabeça de Jesus inclina-se para a frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebe desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede.
Tudo aquilo é uma tortura atroz
Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Ele não bebe. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam.
É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdomen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: ´Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem´.
Logo em seguida o corpo começa a afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as câibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: ´Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?´. Jesus grita: ´Tudo está consumado!´. Em seguida num grande brado diz: ´Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito´. E morre. Em meu lugar e no seu.